ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA UNIDOS PELO SWING NO CALDAS NICE JAZZ
João Moreira dos Santos[1]

ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA UNIDOS PELO SWING NO CALDAS NICE JAZZ

O jazz de craveira internacional mostrou-se, uma vez mais, no Caldas Nice Jazz, que apresentou em Outubro três agrupamentos de excepção. O ponto de união entre John Pizzarelli, a Glenn Miller Orchestra e o Chizhik Jazz Quartet foi a vontade de percorrer e unir, sob o espírito do swing, estilos e estéticas musicais diferentes.

Dos Estados Unidos, chegou às Caldas o trio do guitarrista e vocalista John Pizzarelli, músico que apesar de gozar de enorme sucesso no país natal só recentemente se estreou em Portugal. Os mais antigos, ou os mais conhecedores da história do jazz, lembram-se ainda do seu pai, o também guitarrista Bucky Pizzarelli.

John Pizzarelli apresentou no Caldas Nice Jazz um espectáculo construído em torno de duas figuras bem distintas da música popular contemporânea. A primeira parte foi dedicada ao compositor, letrista e cantor Johnny Mercer (1909-1976), que juntamente com George e Ira Gershwin, Cole Porter ou Irving Berlin, foi um dos autores referenciais do que se designa por Great American Songbook. Pela voz e pela guitarra de John Pizarrelli desfilaram, assim, canções como “Something's Gotta Give", “Emily”, “Goody Goody”, “Ac-Cent-Tchu-Ate the Positive” e um medley constituído por “I thought about you” e “I remember you”.

Na segunda parte, John Pizzarelli quis apresentar a música dos discos que dedicou, em diferentes fases da sua carreira, aos Beatles (1998) e a Paul McCartney (2016). Interpretados num estilo jazzístico e original, ecoaram pelo Centro Cultural e Congressos (CCC) êxitos intemporais como “I feel fine”, cuja harmonia foi combinada com uma composição do trompetista Lee Morgan, “And I love her”, “Can’t buy me love” ou “Here comes the Sun”. Do universo de Paul McCartney, foram retomados “My love”, “Let’em in”, “Maybe I’m amazed” e “Coming Up”.

Embora do idioma português só saiba dizer “frango grelhado” e “muito obrigado”, musicalmente John Pizzarelli deixou evidente nas Caldas a qualidade dos seus arranjos musicais, a mestria como guitarrista e também a propensão a improvisar vocalmente em uníssono com a guitarra, algo que muitos se recordarão de ter visto primeiramente no clássico “On Broadway”, de George Benson.

ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA UNIDOS PELO SWING NO CALDAS NICE JAZZ
João Moreira dos Santos[1]

ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA UNIDOS PELO SWING NO CALDAS NICE JAZZ

O jazz de craveira internacional mostrou-se, uma vez mais, no Caldas Nice Jazz, que apresentou em Outubro três agrupamentos de excepção. O ponto de união entre John Pizzarelli, a Glenn Miller Orchestra e o Chizhik Jazz Quartet foi a vontade de percorrer e unir, sob o espírito do swing, estilos e estéticas musicais diferentes.

Dos Estados Unidos, chegou às Caldas o trio do guitarrista e vocalista John Pizzarelli, músico que apesar de gozar de enorme sucesso no país natal só recentemente se estreou em Portugal. Os mais antigos, ou os mais conhecedores da história do jazz, lembram-se ainda do seu pai, o também guitarrista Bucky Pizzarelli.

John Pizzarelli apresentou no Caldas Nice Jazz um espectáculo construído em torno de duas figuras bem distintas da música popular contemporânea. A primeira parte foi dedicada ao compositor, letrista e cantor Johnny Mercer (1909-1976), que juntamente com George e Ira Gershwin, Cole Porter ou Irving Berlin, foi um dos autores referenciais do que se designa por Great American Songbook. Pela voz e pela guitarra de John Pizarrelli desfilaram, assim, canções como “Something's Gotta Give", “Emily”, “Goody Goody”, “Ac-Cent-Tchu-Ate the Positive” e um medley constituído por “I thought about you” e “I remember you”.

Na segunda parte, John Pizzarelli quis apresentar a música dos discos que dedicou, em diferentes fases da sua carreira, aos Beatles (1998) e a Paul McCartney (2016). Interpretados num estilo jazzístico e original, ecoaram pelo Centro Cultural e Congressos (CCC) êxitos intemporais como “I feel fine”, cuja harmonia foi combinada com uma composição do trompetista Lee Morgan, “And I love her”, “Can’t buy me love” ou “Here comes the Sun”. Do universo de Paul McCartney, foram retomados “My love”, “Let’em in”, “Maybe I’m amazed” e “Coming Up”.

Embora do idioma português só saiba dizer “frango grelhado” e “muito obrigado”, musicalmente John Pizzarelli deixou evidente nas Caldas a qualidade dos seus arranjos musicais, a mestria como guitarrista e também a propensão a improvisar vocalmente em uníssono com a guitarra, algo que muitos se recordarão de ter visto primeiramente no clássico “On Broadway”, de George Benson.

ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA UNIDOS PELO SWING NO CALDAS NICE JAZZ
João Moreira dos Santos[1]

ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA UNIDOS PELO SWING NO CALDAS NICE JAZZ

O jazz de craveira internacional mostrou-se, uma vez mais, no Caldas Nice Jazz, que apresentou em Outubro três agrupamentos de excepção. O ponto de união entre John Pizzarelli, a Glenn Miller Orchestra e o Chizhik Jazz Quartet foi a vontade de percorrer e unir, sob o espírito do swing, estilos e estéticas musicais diferentes.

Dos Estados Unidos, chegou às Caldas o trio do guitarrista e vocalista John Pizzarelli, músico que apesar de gozar de enorme sucesso no país natal só recentemente se estreou em Portugal. Os mais antigos, ou os mais conhecedores da história do jazz, lembram-se ainda do seu pai, o também guitarrista Bucky Pizzarelli.

John Pizzarelli apresentou no Caldas Nice Jazz um espectáculo construído em torno de duas figuras bem distintas da música popular contemporânea. A primeira parte foi dedicada ao compositor, letrista e cantor Johnny Mercer (1909-1976), que juntamente com George e Ira Gershwin, Cole Porter ou Irving Berlin, foi um dos autores referenciais do que se designa por Great American Songbook. Pela voz e pela guitarra de John Pizarrelli desfilaram, assim, canções como “Something's Gotta Give", “Emily”, “Goody Goody”, “Ac-Cent-Tchu-Ate the Positive” e um medley constituído por “I thought about you” e “I remember you”.

Na segunda parte, John Pizzarelli quis apresentar a música dos discos que dedicou, em diferentes fases da sua carreira, aos Beatles (1998) e a Paul McCartney (2016). Interpretados num estilo jazzístico e original, ecoaram pelo Centro Cultural e Congressos (CCC) êxitos intemporais como “I feel fine”, cuja harmonia foi combinada com uma composição do trompetista Lee Morgan, “And I love her”, “Can’t buy me love” ou “Here comes the Sun”. Do universo de Paul McCartney, foram retomados “My love”, “Let’em in”, “Maybe I’m amazed” e “Coming Up”.

Embora do idioma português só saiba dizer “frango grelhado” e “muito obrigado”, musicalmente John Pizzarelli deixou evidente nas Caldas a qualidade dos seus arranjos musicais, a mestria como guitarrista e também a propensão a improvisar vocalmente em uníssono com a guitarra, algo que muitos se recordarão de ter visto primeiramente no clássico “On Broadway”, de George Benson.

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