TOCA JAZZ: TOMÁS EMÍDIO convida SENHOR JOÃO



Às 23:00
Local de Concerto:
Toca da Onça

TOMÁS EMÍDIO
Dj, Selector, Produtor de Eventos, curioso e acima de tudo criativo, Tomás Emídio está ligado à música como dj desde os seus anos de adolescência. Entre mr.heights e Fat (da dupla Fat&Slim), a sua história é longa…
Nos dias de hoje promove as noites Toca-Discos, na Toca da Onça, dedicadas ao Vinyl e ao gosto pela partilha de música, de todos os géneros, estilos, influências, sem regras ou preconceitos.
Em cada noite, um convidado diferente, um curioso, ou um grande dj. Sempre uma descoberta de colecções de vinyl, de histórias audíveis ao longo de 4 horas de músicas rodadas.
Desta vez, o convidado é João Bernardes aka Senhor João, e o tema é Jazz.


SENHOR JOÃO
Selector de música desde os seus 18 anos, João Bernardes vive da partilha de música que as pessoas não conhecem.
A sua relação com o Jazz começa em 1974, quando compra o seu primeiro LP (LongPlay) 33 rpm, Live at the Olympia de Art Blakey & The Art Messengers e logo de seguida Free Action do contrabaixista alemão Wolfgang Dauner.
No ano seguinte de 75 aventurava-se à boleia com 15 anos de idade de Caldas a Cascais para ir ver o contrabaixista Charles Mingus no seu primeiro Cascais Jazz e ao qual se seguiriam outros nos anos seguintes; Dexter Gordon, Phil Woods, Sonny Rollins, Muddy Waters, Albert Collins, Earl Hines, Art Blakey, Johnny Griffin, Nancy Wilson, Jon Faddis, Thoot Thielemans, Sam Rivers, o extraordinário Chet Baker, todos eles no Cascais Jazz que foi, para si, uma verdadeira escola enquanto ouvinte/público.
Mas para além de Cascais, esteve em concertos e festivais fora do país onde assistiu "ao vivo" músicos como Miles Davis, Herbie Hancock, os Modern Jazz Quartet, Winton Marsalis, John Scofield, John Abercrombie, Keith Karrett, o saxofonista George Adams; Hugh Massakela; entre muitos outros.
Mais tarde, surgiu a oportunidade de ser responsável de produção e artístico dos dois festivais de jazz realizados em Óbidos, em 2000 e 2001, com a presença do pianista Phil Markowitz e do trompetista Freddie Hubbard, respectivamente, e de diversos músicos portugueses como os irmãos Moreira, Carlos Barreto, Mário Delgado e Eduardo Santos.
Para além destes 2 festivais produziu, com alguns amigos, toda uma série de outros concertos de jazz em Caldas ao longo dos anos em espaços como o auditório do GAT integrado na associação A062, no auditório dos Pimpões e no Jardim do Museu de Cerâmica.
Para ele, “o jazz é também uma escola para quem ouve música enquanto público que somos, ajuda-nos a descomplexar as nossas escolhas face à quantidade criativa que existe hoje na música mas, ainda assim, ajuda-nos a seleccionar qualitativamente a generalidade da música que vamos ouvindo”.

 

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