"As Filarmónicas Também tocam Jazz" 

Sociedade Filarmónica Catarinense

A Sociedade Filarmónica Catarinense atua um pouco por todo o país, sendo presença mais frequente na região litoral centro. Além das participações em festividades religiosas, é muito solicitada para serviços oficiais, tais como inaugurações, desfiles e encontros culturais.

Sociedade Filarmónica Catarinense

A Sociedade Filarmónica Catarinense foi fundada em 1892, pelo Reverendo Pe. Agnelo Monteiro Dinis, que ocupava, então, o lugar de pároco na freguesia de Santa Catarina. Este elo religioso viria a marcar para sempre a única banda de Santa Catarina, consagrada na sua criação ao Sagrado Coração de Jesus, por iniciativa do seu fundador.

Durante as suas primeiras décadas de existência, a filarmónica era bastante completa, incorporando um grupo coral, cujas vozes enriqueciam o instrumental. A Guerra do Ultramar obrigou a Sociedade Filarmónica Catarinense, pela única vez nos seus 125 anos de história, a interromper a sua actividade.

Apenas em 1972, por vontade do Sr. Silvino Heliodoro, executante desta banda e da Banda da PSP, a filarmónica retomou as suas funções. Paralelamente, foi criada a primeira escola de música da banda, onde o ensino era, e ainda hoje o é, inteiramente gratuito. Só em 1985, por iniciativa do Sr. Silvino Heliodoro, a Socidade Filarmónica Catarinense inaugurou uma sede própria, que se mantém até hoje.

Em 1992, aquando da comemoração do seu 100º aniversário, foi galardoada com a Medalha de Mérito Grau Ouro de Caldas da Rainha, por ser a filarmónica mais antiga do concelho. A Socidade Filarmónica Catarinense é, também, associada da Federação de Filarmónicas do distrito de Leiria.

A Socidade Filarmónica Catarinense atua um pouco por todo o país, sendo presença mais frequente na região litoral centro. Além das participações em festividades religiosas, é muito solicitada para serviços oficiais, tais como inaugurações, desfiles e encontros culturais.

Ao longo dos seus 125 anos de história, alguns dos seus músicos tornaram-se executantes de bandas militares e outros prosseguiram os estudos musicais em conservatórios nacionais e regionais.

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