Exposição

7 Anos JazzToon

Ao longo destes 7 anos de festival foram realizados 45 desenhos. Todos entregues no palco antes ou depois do “encore”, preconizando quase sempre, um momento de boa disposição entre o público e os artista visados.

Exposição 7 Anos JazzToon por Bruno Prates

Desde 2015 que o Festival Internacional Caldas Nice Jazz conta com a colaboração de Bruno Prates que, incansavelmente, desenha os seus artistas “cabeça de cartaz”. O convite surgiu por parte da direção deste festival com base da ideia de contemplar os artistas convidados com uma caricatura, entre tantas outras lembranças regionais.

Ao longo destes 7 anos de festival foram realizados 45 desenhos. Todos entregues no palco antes ou depois do “encore”, preconizando quase sempre, um momento de boa disposição entre o público e os artista visados.

Para Bruno Prates, o FICNJ sempre se configurou como um momento de experimentação gráfica. Funcionando o festival como charneira entre os diferentes modelos de representação cuja evolução e maturação gráfica é facilmente perceptível ano após ano ou não fosse o desenho, tal como o jazz, uma forma de expressão artística.

Mais que um momento de inspiração ou de experimentação, esta colaboração é uma responsabilidade, mas também motivo de orgulho por representar a cidade de Caldas da Rainha além fronteiras. É uma forma de levar o desenho à cena internacional. Uma forma de contribuir para a democratização da cultura local. Uma forma de confraternizar com artistas de outras áreas que, surpreendentemente (talvez por culpa do jazz) sempre manifestaram respeito, amizade e admiração pelo facto de lhes ser dedicado tempo através da feitura de um desenho.

Por fim, lembrar que foram 45 momentos de inspiração onde a música e o desenho andaram de mãos dadas, uma vez que cada desenho foi feito ao som da originalidade musical de cada um dos artistas. 45 momentos de liberdade.

“O jazz é sobre a alma humana, não sobre a aparência. O jazz tem valores, ensina a viver o momento, trabalhar em conjunto e, especialmente, a respeitar o próximo. Quando músicos se reúnem para tocar juntos, é preciso respeitar e entender o que o outro faz. O jazz em particular é uma linguagem internacional que representa a liberdade...” (2013), Herbie Hancock.

© 2012 - • Culturcaldas - Associação de Produção Gestão e Desenvolvimento Cultural • Todos os direitos reservados
Powered by [dp]Soluções